Estou trabalhando ainda no dossiê sobre trajes mecanizados, mas aquilo lá dá trabalho.
Por enquanto recomendo esse curso online, via plataforma coursera, da universidade de Princenton:
"Paradoxes of war"
https://class.coursera.org/warparadoxes-001
Ele diverge em alguns pontos do "A study of war", que é o meu canôn para falar sobre conflitos, mas é bem interessante, que apesar de ser de alto nível é fácil para alguém que nunca foi introduzido no assunto entender e é completamente descarregado dos "conceitos-feitos" que a maioria das pessoas tem quando vão falar de guerra.
O curso já começou faz um tempo, é verdade, não sei se é possível se inscrever nele ainda, mas a maioria dos cursos no coursera abrem turmas periodicamente então é possível que haja uma chance de vocês terem acesso a ele no futuro. Se não houver, eu dou um jeito de disponibilizar o material aqui.
Outro curso do coursera, este infelizmente já acabou e até agora não abriu turmas novas, mas é interessante e posso tentar disponibilizar o material dele aqui é o
"Conditions of war and peace"
https://www.coursera.org/course/warandpeace
Da universidade de tokyo. Igual ao Paradoxes of war, temos nele uma abordagem bem profissional, com nenhum apelo ao emocional, com nenhum "conceito-feito".
Por fim, da universidade de Leiden, um curso que eu já havia tentado fazer no passado, mas não dei conta e que vai abrir uma turma em 8 de setembro deste ano é o
"Terrorism and Couterterrorism: Comparing Theory and Pratice"
https://www.coursera.org/course/terrorism
Ele vai bem a fundo sobre a definição do que é terrorismo, sua história, a dificuldade em lidar com ele... Recomendo.
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quarta-feira, 25 de junho de 2014
Paradoxes of War
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Trocando Gato por lebre
O Brasil se prepara, para em 2012, dar um importante passo no seu programa espacial, enviar um foguete com um satélite a partir de seu próprio solo. Sabemos que não é um grande salto, uma vez que o foguete é ucraniano e já é considerado obsoleto, mas ainda é um passo que precisa ser dado.
Se já não bastasse as verbas impróprias para um programa espacial de uma nação que almeja ser uma potência global, a "pieguisse" de terceiros está colocando em risco a expansão de nossa base de Alcântara. , estou falando da questão dos quilombolas.
Quando a base foi construída, várias famílias quilombolas tiveram que ser deslocadas de suas terras para agrovilas, de qualidade de vida inferior. Para expandir a base seria necessário remover tais quilombolas novamente. Infelizmente nisso entram muitas opiniões simplistas e ordinárias.
De um lado tempos os "defensores dos direitos humanos", ongs e associações que consideram inadmissíveis movimenta-los mais ou vez, ou realoca-los de uma vez por toda bem longe da base, acham que isso é desumano e arbitrário! Aliás, para eles, quem deveria sumir dali é a base. De outro temos os "cavalos doidos" da pátria e do progresso. Para eles, a base tem é que jogar um foguete em cima dos vizinhos, que são uma cambada de vagabundos, que não trabalham e ainda ficam se deixando influenciar por "ongs" que são fachadas para interesses das potências imperialistas que não querem ver nosso desenvolvimento.
Mas o problema não é algo que possa ser resolvido de forma tão simples. É um erro, antropólogos e sociólogos demarcarem terra para etnias como se estas fossem compostas de animais selvagem que tenham a necessidade de um habitat fixo. Líderes locais, muitas vezes com anseios egoístas de se manterem no poder de suas comunidades, inflamam discursos vazios e falaciosos contra algo que poderia servir de benefício para todos nós. É muita cretinice achar que o melhor a fazer é deixar essa famílias onde estão e vivendo a vida que vivem, achar que isso é humano então é alienação das bravas.
Com o pleno desenvolvimento da base e com os devidos incentivos e verbas para o nosso programa espacial Alcântara terá tudo para se tornar mais um pólo tecnológico, com isso virão as necessidades e os benefícios próprios delas. Necessidade de mão de obra especializada, criação de cursos técnicos e faculdades, melhorias na infra-estrutura da região são só alguns dos exemplos.
Os moradores locais poderiam usufruir muito bem desses benefícios. Se não, há outras opções como move-los para uma área bem longe da base, mas dar a eles condições bem melhores do que as que dispõem hoje. A base também poderia dedicar uma pequena parte de seus recursos, por no máximo 5 anos, para enriquecer a infra-estrutura do novo lar de seus antigos vizinhos.
Seja qual for a decisão, que ela seja feita pensando no futuro, decisões com resultados a longo prazo são sofridas para as gerações presentes, mas são as que dão melhores frutos, não se pode tentar decidir algo importante para todo o país, limitando o olhar apenas para um local, dignidade não é sobreviver em um pequeno pedaço de terra herdado de seus ancestrais, dignidade é viver sendo consciente da caixa de surpresas que é o universo e tendo condições de explora-la.
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sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Inversão de valores 1
Em um hipotético cruzamento em "T" um motoboy que está na parte sul do T precisa entrar à esquerda. Porém, nesse determinado cruzamento ele só pode entrar à direita, andar uns 100m para ai sim, pegar um balão e entrar no sentido desejado. Como esse motoboy tem diversas entregas para fazer, ele não pode perder esse tempo e entra direto na esquerda. Porém ao fazer isso, colide com a lateral de um carro cujo o motorista tinha a intenção de ir a um clube.
Para muitos o errado seria o motorista do carro, afinal o motoboy estava no "trampo", estava atolado de entregas e o motorista, classe média-alta, estava indo à um divertimento. Pensamento correto não? Ainda mais se nesse suposto "T" oferecese ao motorista uma visão adiantada do motoboy e de suas intenções. Poxa, o motorista estava indo para a diversão! O Motoboy estava trabalhando, ele bem que podia ter esperado o motoboy ter passado!
Porém de correto, o pensamento acima não tem nada. O motoboy quebrou uma regra, uma lei e ponto. O unico motivo que ele teria para fazer isso seria em uma emergência e ainda sim usando uma sinalização de alerta (buzina, pisca-alerta).
O fato de muitos darem razão ao motoboy é a mostra de uma inversão de valores. Para muitos um reles motivo está acima da lei e da ordem. É a pieguisse de fazer do criminoso vítima e da vítima criminoso. É com igual pensamento que um policial é vaiado a prender um vendedor de CDs piratas, afinal o "vendedor" estava apenas tentando ganhar seu "pão" e podia estar "roubando", que um pichador se acha no direito de mandar a policia procurar um "criminoso de verdade", que quando o estado usa de violência para combater o crime, surgem protestos, organizações pedindo para pensar no "duro" passado que foi a vida dos bandidos. Bandidos se tornam heróis, terroristas são condecorados e os verdadeiros heróis, relegados ao esquecimento, discriminados e condenados.
Muitos proclamam essa inversão de valores como "uma nova forma de pensar", uma "lógica evoluida". Na verdade esse pensamento é resultado de um cultura corrompida e acomodada. Criminoso é criminoso, não é uma vítima, não é um cidadão, não deve estar sujeito a comoção alheia.
Essa inversão não se aplica à sociedade civil não! No ambito "pátria" ele também é fatal! Ela gera um forte vertente antipatriótica, faz com que o povo passe somente a ver defeitos do passado de sua história e esqueça de seus heróis!
Pouco se pode fazer quando essa inversão se instala e cresce a niveis extraordinarios. Porém o bom cidadão não pode se render ao comodismo e deve, a medida do possivel passar adiante uma forte educação de valores, no intuito de conter essa inversão.
E você? Aderiu a essa inversão, ou permanesce firme em sua posição?
Para muitos o errado seria o motorista do carro, afinal o motoboy estava no "trampo", estava atolado de entregas e o motorista, classe média-alta, estava indo à um divertimento. Pensamento correto não? Ainda mais se nesse suposto "T" oferecese ao motorista uma visão adiantada do motoboy e de suas intenções. Poxa, o motorista estava indo para a diversão! O Motoboy estava trabalhando, ele bem que podia ter esperado o motoboy ter passado!
Porém de correto, o pensamento acima não tem nada. O motoboy quebrou uma regra, uma lei e ponto. O unico motivo que ele teria para fazer isso seria em uma emergência e ainda sim usando uma sinalização de alerta (buzina, pisca-alerta).
O fato de muitos darem razão ao motoboy é a mostra de uma inversão de valores. Para muitos um reles motivo está acima da lei e da ordem. É a pieguisse de fazer do criminoso vítima e da vítima criminoso. É com igual pensamento que um policial é vaiado a prender um vendedor de CDs piratas, afinal o "vendedor" estava apenas tentando ganhar seu "pão" e podia estar "roubando", que um pichador se acha no direito de mandar a policia procurar um "criminoso de verdade", que quando o estado usa de violência para combater o crime, surgem protestos, organizações pedindo para pensar no "duro" passado que foi a vida dos bandidos. Bandidos se tornam heróis, terroristas são condecorados e os verdadeiros heróis, relegados ao esquecimento, discriminados e condenados.
Muitos proclamam essa inversão de valores como "uma nova forma de pensar", uma "lógica evoluida". Na verdade esse pensamento é resultado de um cultura corrompida e acomodada. Criminoso é criminoso, não é uma vítima, não é um cidadão, não deve estar sujeito a comoção alheia.
Essa inversão não se aplica à sociedade civil não! No ambito "pátria" ele também é fatal! Ela gera um forte vertente antipatriótica, faz com que o povo passe somente a ver defeitos do passado de sua história e esqueça de seus heróis!
Pouco se pode fazer quando essa inversão se instala e cresce a niveis extraordinarios. Porém o bom cidadão não pode se render ao comodismo e deve, a medida do possivel passar adiante uma forte educação de valores, no intuito de conter essa inversão.
E você? Aderiu a essa inversão, ou permanesce firme em sua posição?
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Antiamericanismo: um sentimento infântil
Semana passada foi comemorado 238 anos de independência do EUA. Talvez não tenha sido motivo de festa, mas sim de raiva ou qualquer outra coisa para muitos. O fato é que o antiamericanismo é um sentimento muito forte no mundo, mais propriamente no "3ºmundo", principalmente em paises de governos populistas de cunho esquerdista. Se sair perguntando por ai, porque odeiam o EUA, cada um vai responder uma coisa, já fiz essa pergunta muitas vezes, já recebi várias respostas, na sua maioria é "porque eles fazem muitas guerras", "porque eles impedem nosso pais de crescer", "porque eles são imperialistas",ou "porque eles querem nossa amazônia".
Considero muitas dessas respostas mito e muito desse ódio infundado. Não sou nem um pró-EUA, nem nenhum fanático por lá, se fosse não estaria no EB e sim no USMC (sim eles aceitam estrangeiros), mas considero esse ódio proveniente do ódio natural do homem por quem está no topo. Na época que a Inglaterra era potência havia um "antibritanismo", assim como houve sentimentos contra Roma, inclusive dos povos que dependiam dela para sobreviver.
O grande problema seja talvez que as pessoas esperem atitudes autruistas da maior potência do globo, ou pelo menos cobram. O Problema é que não existe autrismo nas relações entre nações (já é dificil entre pessoas).
O antiamericanismo em si, não chega a ser um problema. O problema são os mitos que ele carrega e a própria hipocrisia que existe no seu discursso.
As pessoas consideram a Guerra do Iraque um "atentado à democracia", falam que o dinheiro gasto poderia "salvar muitas vidas na Africa", que "Bush" quer é o petróleo, que o EUA está roubando o mesmo do "Iraque". Quando falam isso se esquecem que o Iraque era regido por um ditador sanguinário, que estava promovendo uma limpeza étnica no seu pais, se esquecem que se não houvesse a guerra, nunca que esse dinheiro iria para salvar a vida de pessoas, que não fossem norte-americanas e que o estado norte-americano compra seu petróleo de empresas norte-americanas e essas continuam importando petróleo, seja do Iraque, seja de outro pais, pagando pelo mesmo, de que é mais interessante para uma nação capitalista, comprar algo do que "roubar". O EUA invadiu o Iraque não para derrubar o antigo regime e instalar um regime pró-ocidental e conseguir fechar uma zon a de influência no crescente fértil. Mas as pessoas cismam no mito de que os soldados do US Army carregam navios com barril de petróleo os quais o EUA vende com lucro total.
Alem disso, esse sentimento cria mitos "cegantes", frequentemente ouço no meio militar e até no meio civil que o soldado do EUA só tem tecnologia, que eles não tem tradição militar, que são gordos, burros e alienados, que não tem garra na hora de lutar e tem um péssimo treinamento. Me pergunto, como que um país que fez sua independência a base de luta, de uma das maiores potências da época, praticamente sózinhos, entraram em várias guerras após isso, pode ser considerado sem tradição? De onde que tiraram o fato de que são sem treinamento? Como soldados burros e alienados podem ganhar inumeras batalhas?
O Antiamericanismo nada mais é que um sentimento infântil, um orgulho bobo, misturado com inveja, de carater generalizado, que necessita de inumeros mitos para se manter de pé. No fim, acaba sendo uma distração, de pessoas procurando defeitos na maior potência do globo e se esquecendo dos da sua própria nação.
Considero muitas dessas respostas mito e muito desse ódio infundado. Não sou nem um pró-EUA, nem nenhum fanático por lá, se fosse não estaria no EB e sim no USMC (sim eles aceitam estrangeiros), mas considero esse ódio proveniente do ódio natural do homem por quem está no topo. Na época que a Inglaterra era potência havia um "antibritanismo", assim como houve sentimentos contra Roma, inclusive dos povos que dependiam dela para sobreviver.
O grande problema seja talvez que as pessoas esperem atitudes autruistas da maior potência do globo, ou pelo menos cobram. O Problema é que não existe autrismo nas relações entre nações (já é dificil entre pessoas).
O antiamericanismo em si, não chega a ser um problema. O problema são os mitos que ele carrega e a própria hipocrisia que existe no seu discursso.
As pessoas consideram a Guerra do Iraque um "atentado à democracia", falam que o dinheiro gasto poderia "salvar muitas vidas na Africa", que "Bush" quer é o petróleo, que o EUA está roubando o mesmo do "Iraque". Quando falam isso se esquecem que o Iraque era regido por um ditador sanguinário, que estava promovendo uma limpeza étnica no seu pais, se esquecem que se não houvesse a guerra, nunca que esse dinheiro iria para salvar a vida de pessoas, que não fossem norte-americanas e que o estado norte-americano compra seu petróleo de empresas norte-americanas e essas continuam importando petróleo, seja do Iraque, seja de outro pais, pagando pelo mesmo, de que é mais interessante para uma nação capitalista, comprar algo do que "roubar". O EUA invadiu o Iraque não para derrubar o antigo regime e instalar um regime pró-ocidental e conseguir fechar uma zon a de influência no crescente fértil. Mas as pessoas cismam no mito de que os soldados do US Army carregam navios com barril de petróleo os quais o EUA vende com lucro total.
Alem disso, esse sentimento cria mitos "cegantes", frequentemente ouço no meio militar e até no meio civil que o soldado do EUA só tem tecnologia, que eles não tem tradição militar, que são gordos, burros e alienados, que não tem garra na hora de lutar e tem um péssimo treinamento. Me pergunto, como que um país que fez sua independência a base de luta, de uma das maiores potências da época, praticamente sózinhos, entraram em várias guerras após isso, pode ser considerado sem tradição? De onde que tiraram o fato de que são sem treinamento? Como soldados burros e alienados podem ganhar inumeras batalhas?
O Antiamericanismo nada mais é que um sentimento infântil, um orgulho bobo, misturado com inveja, de carater generalizado, que necessita de inumeros mitos para se manter de pé. No fim, acaba sendo uma distração, de pessoas procurando defeitos na maior potência do globo e se esquecendo dos da sua própria nação.
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